Os desfiles de 2025 trouxeram mais do que tendências e cores vibrantes. Trouxeram reflexões. A cada nova coleção, não é apenas o tecido que muda, somos nós que nos transformamos junto com o que é apresentado na passarela.
Por trás dos brilhos, cortes e combinações improváveis, existe algo que sempre nos toca: o poder de expressão. A moda fala de tempo, identidade e coragem. Mostra como cada mulher pode se reinventar sem perder sua essência.
Este ano, vimos uma mistura curiosa entre o natural e o ousado. Cores terrosas, beges e verdes suaves dividiram espaço com tons vibrantes como o vermelho, o pink e o laranja, uma tradução perfeita da dualidade feminina: força e leveza. As modelagens mais soltas e confortáveis se uniram a peças estruturadas, revelando que estilo e liberdade podem e devem caminhar lado a lado.
O que podemos trazer disso para o nosso dia a dia é simples. As cores que acolhem devem ser aquelas que nos fazem sentir bem. O importante não é seguir a cartela da estação, e sim vestir o que nos dá vida. O estilo é um espelho interno, uma extensão do que sentimos. Devemos nos vestir com intenção, e não apenas por tendência. E a reinvenção constante é o que nos mantém vivas. A moda muda, e nós também. Vale mudar o corte de cabelo, misturar estampas, usar aquela peça que esperou anos para sair do armário.
No fundo, toda temporada de moda nos lembra de algo essencial: o espelho reflete o que a alma deseja expressar. E talvez o verdadeiro desfile seja aquele que acontece dentro de nós, quando olhamos para o guarda-roupa e para a vida, e escolhemos ser quem realmente somos.